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18 dezembro 2010

A verdade do IPCC

Porque não falam eles do Pico do Petróleo?

Porque é que a comunicação social fala SEMPRE das mesmas coisas e NUNCA de certas coisas? Porque será que não falam do PICO do PETRÓLEO e o colapso que vai gerar, se não se mudar o estilo de vida e se não se apostar forte noutras fontes de energia? Vejam o vídeo abaixo, saibam um pouco mais aq...Ver mais
sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com
Não aprecio muito a repetição... mas sou forçado a tal...Isto vai até rebentar... já tenho dito que vamos gastá-lo até acabar ou até ser tão caro tão caro que já não compensa, a eles, extraí-lo... Além disso quando esse tempo chegar já nos agarraram de outra forma e continuamos na dependência deles.

02 setembro 2008

Vai faltar caixão!


Mudança climática pode matar milhões de pessoas nos próximos 20 anos

A mudança climática pode provocar a morte de milhões de pessoas nos próximos 20 anos em razão de seus efeitos sobre a nutrição e as doenças, segundo especialistas reunidos em Libreville para uma conferência interministerial sobre a saúde e o meio ambiente na África."Hipócrates já dizia que, para estudar medicina, é preciso estudar o clima. A mudança climática teria efeitos diretos e indiretos sobre a saúde das pessoas.

Diretos com os desastres, as inundações, as secas, mas também indiretos com as doenças", analisou a doutora espanhola Maria Neira, diretora do departamento de Saúde pública e meio ambiente da Organização Mundial da Saúde (OMS)."Entre a segunda metade dos anos 1970 e os anos 2000, a mudança climática foi responsável por aproximadamente 150.000 mortes suplementares por ano.

Ela atingiu de modo esmagador as populações mais pobres. Segundo nossas estimativas, os dados devem aumentar, e ainda estamos considerando apenas uma parte das causas (de mortes decorrentes da mudança climática). É somente a parte imersa do iceberg", afirmou à AFP o pesquisador Diarmid Campbell-Lendrum, especialista do assunto na OMS."Neste ritmo, o número de mortos, causados diretamente pela mudança climática, ficará em milhões daqui 20 anos", disse paralelamente à conferência interministerial sobre a saúde e o meio ambiente na África, que está sendo realizada esta semana.

A malária, por exemplo, deixa um milhão de mortos por ano e atinge vários milhões de pessoas. "Já temos um grande problema de malária, e a mudança climática vai torná-lo ainda mais difícil. A temperatura influencia sobre a sobrevivência dos mosquitos e sobre os parasitas (que transmitem a malária) dos mosquitos. Em geral, quando mais calor, mais alta é a taxa de infecção", explicou o doutor Campbell-Lendrum.Com o aumento das temperaturas e do número de inundações, a malária já está aparecendo em regiões que ainda não tinham registrado casos da doença.Outra fonte de preocupação, as doenças diarréicas. Neste caso, a temperatura desempenha um papel crucial. "Em inúmeros casos, a bactéria que infecta a água ou o alimento sobrevive melhor a uma temperatura mais elevada.

Mas, o aumento do número de inundações e, sobretudo, das secas, vai contaminar as fontes de água. Por exemplo, em períodos de seca, as pessoas estocam água durante muito tempo e lavam menos as mãos", explicou o pesquisador.

"Uma de nossas maiores preocupações é a subnutrição. Este é o principal fator de má saúde e ela mata 3,5 milhões de pessoas por ano. (Com a mudança climática), a produção de alimentos deve aumentar ligeiramente em países ricos, mas deve cair em torno do Equador. Os que mais precisa de alimentos terão menos", destacou o doutor Campbell-Lendrum.

No entanto, como destacou Banon Siaka, um engenheiro de Burkina Faso, "concordamos com esta constatação, mas existe um desafio: como se desenvolver e poluir menos? É difícil"."Os países africanos são os que menos contribuíram para a mudança climática e são eles que sofrem mais", disse a doutora Neira."Nós não queremos em caso algum comprometer a luta contra a pobreza nos países mais pobres.

Os países ricos, que contribuíram para a maior parte do problema, devem dar o primeiro passo", afirmou o doutor Campbell-Lendrum."Exemplos de desenvolvimento durável podem permitir também reduzir as emissões de fases do efeito estufa e melhorar a saúde", garantiu. Não é uma escolha entre desenvolver e não desenvolver, mas como desenvolver." (Fonte: Yahoo!)

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, um organismo formado por duas organizações das Nações Unidas, nomeadamente a Organização Meteorológica Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, prepara-se para anunciar que a causa provável do Aquecimento Global é mesmo o próprio homem.

Provável? Sim, bastante provável até, com uma probabilidade superior a noventa por cento diz o mesmo painel. Afinal, e ao contrário do que alguns, poucos, cientistas continuam a teimar, o Aquecimento Global não é mais um ciclo da vida do nosso planeta, mas sim um problema nosso. E enquanto se discute, se o Homem é ou não culpado pelo Aquecimento Global, o mundo continua a sofrer. A sofrer e a piorar.

Ano após ano, temos vindo a notar, por este mundo fora, as Mudanças Climatéricas a surtirem efeito. Mas, mesmo assim, pouco (ou nada) é feito para inverter esta tendência. Até quando, é que os líderes mundiais, irão continuar a adiar, mais uma vez, uma estratégia, que tente combater este "erro humano"?

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO PARA MELHORAR ESSE TERRÍVEL QUADRO? DE BRAÇOS CRUZADOS VOCÊ NÃO VAI CHEGAR AOS 95/100 ANOS COMO SEUS AVÓS !!!

VAMOS FAZER A NOSSA PARTE?

Saudações eco-fluviais
Prof. Jarmuth Andrade

12 julho 2008

Praga de bicho


Oi pessoal, tudo de bom.
Estava com uma médica e pensava: como deve ser cuidar de um ser complexo e este ser contaminado com bichinho tão pequeno e as vezes até sem cabeça.
Bem nos temos, pelo visto a minoria. E assim mesmo não conseguimos viver em harmonia com a mãe terra.
Depois do alerta mundial sobre o aquecimento global, ainda estamos dando um passo pra frente e dois pra tras.
A civilização humana esta pra atravessar um período terrível, talvez nem supere os obstáculo e deixaremos de existir.
Aqui no Brasil estamos tentando roubar mais terras dos índios, em vez de tentar reduzir o consumo e viver com que temos.
Muitas reuniões são realizadas na ONU, G8 e outras e ninguém toca na redução da população, porque?
Só vejo a culpa na China, Índia e outros que apenas são usados como fonte de mão de obra muito barata.
Espero que a redução do crescimento tanto da economia e da população possa nos dar um fôlego extra pra nos preparar pra próxima etapa do ciclo do aquecimento global, a era do gelo.

30 março 2008

pesquisar pra que?


Oque estamos esperando?
Um milagre?
Bem, dizem que se não fizermos nada diferente a sobrevivência dos seres humanos ou não será impossível ou muito difícil.
A questão é teremos de ver as cidades se encherem de agua os supermercados ficarem sem alimentos. Quando iremos viver de uma forma sustentável?
mais info: www.revistaonline.com.br

BOA SORTE...

30 outubro 2007

O álcool ou Amazônia?


O álcool ou Amazônia?


O zoneamento ambiental da cana-de-açúcar vai proibir o cultivo da planta na Região Amazônica e no Pantanal. O trabalho de zoneamento fica pronto em junho do ano que vem.

A decisão, tomada na semana passada, foi o desfecho para o mais recente embate enfrentado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, depois que o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, admitiu a possibilidade da cultura da cana-de-açúcar nas áreas degradadas da Amazônia.

O veto foi uma decisão pragmática do governo. Ao mesmo tempo em que o aumento da produção de etanol é um dos projetos mais caros ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ameaça de que, pela primeira vez em três anos, o desmatamento na Amazônia pode ter voltado a crescer, assusta a quem tenta vender a idéia do Brasil como um País ecologicamente correto.

A última crise enfrentada pela ministra Marina Silva expôs, mais uma vez, a ambigüidade do governo quanto se trata de desenvolver o País e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente.

O primeiro embate, ainda em 2003, foi em torno do projeto que definiria como seria feita a liberação do plantio de transgênicos no País: enquanto a área agrícola queria liberar os organismos geneticamente modificados (OGMs), alegando que o Brasil iria ficar para trás na pesquisa e na economia, o Meio Ambiente queria tornar mais dura a legislação e ter o poder de veto.

Marina perdeu, mas parcialmente, já que a liberação dos transgênicos ainda é um processo trabalhoso no País e pode, como aconteceu recentemente com o milho, ser barrado com ações na Justiça.

O segundo confronto, em relação à demora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em conceder licenças ambientais, fez com que boa parte do instituto e vários assessores de Marina perdessem seus cargos.

A crise, fomentada pelo próprio presidente Lula - que passou a reclamar em público da demora - levou a uma reestruturação do Ibama, que foi dividido em dois para melhorar a fiscalização e a agilidade.

O fato de algumas commodities, como a soja, terem se valorizado no mercado de grãos faz com que o Brasil volte a enfrentar, pela primeira vez desde o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento, em 2005, um mercado internacional aquecido. O panorama que se desenha poderá ser uma prova de fogo para o governo Lula e sua tentativa de manter uma imagem ecologicamente correta.

"A política do governo não é vocacionada para que se faça respeitar a legislação ambiental. É muito mais uma manifestação superficial, nas solenidades. É dirigida muito mais para a destruição", acusa Sergio Leitão, diretor de políticas públicas da ONG Greenpeace. A ONG viu com preocupação os dados que mostram um aumento no desmatamento desse ano.

19 agosto 2007

Tudo mentira


O planeta vai mudar, sim. As pessoas vão sobreviver, penso que sim, mas poucos!
Dúvidas! Passa na banca, e leia.
BOA SORTE.

12 agosto 2007

Pai é pai


Mudanças climáticas podem acelerar a rotação da Terra.

Mais um impacto do aquecimento global: o fenômeno pode acelerar a rotação da Terra. De acordo com um modelo desenvolvido em computador por cientistas do Max Planck Institute for Meteorology em Hamburgo, na Alemanha, as mudanças climáticas aquecerão os oceanos; à medida que a água esquenta, irá se expandir, causando o aumento do nível dos mares – que já subiu 0,17 m no último século –, e movimentando a água do fundo dos oceanos para a superfície próxima à costa.

Como resultado, a distribuição relativa da massa de água se afastará do equador, em direção aos pólos. Haverá uma movimentação de tamanha quantidade de água que a Terra irá girar levemente mais rápido, como uma patinadora que aproxima os braços de seu corpo. “O ritmo da rotação da Terra muda se o momento de inércia é alterado por uma redistribuição de massa nos oceanos”, afirmam Felix Landerer e seus colegas na Geophysical Research Letters. O resultado será um dia com 0,12 milissegundos – pouco mais que um milionésimo de segundo – a menos, daqui a dois séculos.

É claro que há outros fatores em jogo. O modelo falha ao afirmar que uma quantidade adicional de água iria para os oceanos por meio do derretimento dos mantos de gelo na Groenlândia ou Antártica. “O derretimento ocorreria de maneira contrária, levando a massa para longe do eixo do planeta”, diz Richard Ray, da NASA. “Então isso cancelaria parte do efeito”.

Mudanças nos padrões dos ventos poderiam produzir um efeito similar, retardando ou acelerando o giro do planeta dependendo da direção em que o vento soprar. E o material derretido do centro da Terra, assim como a força de atração da Lua, também contribui para “brecar” a rotação da Terra de maneira muito mais significativa. “São quase dois milissegundos por século”, afirma Ray, “Há muito tempo atrás, o dia tinha 18 horas de duração”.

Em um futuro extremamente distante, esse atrito de marés lunares irá desacelerar a rotação da Terra, até que um dia se torne tão longo quanto um mês (apesar do Sol já poder ter engolido o sistema Terra-Lua antes que isso aconteça). Em curto prazo, o aquecimento dos oceanos do planeta pode fazer com que o dia passe um pouco mais rápido.

29 julho 2007

Duas onde?


guias cegos! que coais um mosquito, e engolis um camelo.
mateus, 23:24

capitulo 1
O estado da Terra.
Como sempre, as notícias ruins ficam em primeiro plano, e, enquanto escrevo no conforto de minha casa em Devon, a catástrofe de Nova Orleans enche as telas das televisões e as primeiras páginas dos jornais. Por mais horrível que seja, ela nos faz esquecer o sofrimento bem maior causado pelo tsunami em dezembro de 2004, que devastou a bacia do oceano Indico. Aquele terrível evento revelou, de forma brutal, o poder da Terra de matar. Basta um pequeno movimento do planeta em que vivemos para causar a morte de alguma fração de milhão de pessoas. Mas isso não é nada comparado com o que poderá advir em breve: estamos abusando tanto da Terra que ela poderá se insurgir e retornar ao estado quente de 55 milhões de anos atrás, e se isso acontecer maioria de nós e nossos descendentes morreremos. É como se estivéssemos empenhados em reviver a lenda mítica de O anel dos Nibelungos, de Wagner, e ver nosso Valhalla derreter de calor.
Mas ouço o leitor protestar: Que outro livro sobre aquecimento global? O que era um medo não está se tornando um excesso?'' Se este livro não passasse de uma reiteração dos argumentos e contra-argumentos você teria razão, e este seria mais um livro dentre tantos outros. O que o torna diferente é que eu falo como um médico planetário cujo paciente, a Terra viva, se queixa de febre. Vejo o declínio da saúde da Terra como a nossa preocupação mais importante, nossas próprias vidas dependendo de uma Terra sadia. Nossa preocupação com ela deve vir em primeiro lugar, porque o bem-estar das massas crescentes de seres humanos exige um planeta sadio.
A vingança de Gaia - James Lovelock

07 julho 2007

7.7.2007


do Autor:
“Chegou à hora de planejarmos uma retirada da posição insustentável que agora atingimos pelo emprego inadequado da tecnologia. Melhor recuar agora, quando ainda dispomos de energia e tempo. Como Napoleão em Moscou, temos bocas demais para alimentar e recursos que diminuem diariamente enquanto não nos decidimos.” ·James Lovelock

primeira aba

Durante milênios a humanidade vem explorando a Terra sem ligar para o custo Agora com o aquecimento do mundo e a drástica mudança dos padrões climáticos, a Terra esta comando a beagle James Lovelock um dos gigantes do pensamento ambiental argumenta apaixonada e poeticamente que, embora o aquecimento global seja agora inevitável , não é tarde demais para salvar pelo menos parte da civilização humana este pequeno livro, escrito aos 86 anos uma vida dedicada à ciência da Terra, constitue seu testamento A maioria das pessoas pensantes agora percebe que mudanças em nosso meio ambiente estão ocorrendo como resultado da atividade humana. Mas, como um fumante inveterado, continuamos curtindo nossos cigarros, pensando em parar de fumar somente quando o dano se tornar visível. Lovelock mostra que esta é a posição em que estamos agora e - algo mais difícil de entender - exatamente por que essas mudanças estão ocorrendo e que medidas podem ser tomadas. O profundo entendimento da ciência do aquecimento global de Lovelock, baseado em sua abordagem fisiológica da ciência da Terra, permite que ofereça uma explicação real. Ele analise nossa necessidade de energia e quais poderiam ser suas fontes - chegando a algumas conclusões surpreendentes, mas convincentes.

Segundo ele não apenas a humanidade está na iminência de destruir a si e à Terra, mas a maioria das soluções alternativas que têm sido propostas, ou já adotadas, são também equivocadas. Precisamos tomar uma ação drástica agora para salvaguardar o futuro da vida humana.

Gaia, a Terra viva e auto-reguladora, se defenderá como sempre. É muita pretensão nossa achar que não.

Dica de site 7. 7.2007

http://liveearth.br.msn.com/

http://www.liveearth.org/

04 julho 2007

A mãe Terra vai vingar-se


do Autor:
“Chegou à hora de planejarmos uma retirada da posição insustentável que agora atingimos pelo emprego inadequado da tecnologia. Melhor recuar agora, quando ainda dispomos de energia e tempo. Como Napoleão em Moscou, temos bocas demais para alimentar e recursos que diminuem diariamente enquanto não nos decidimos.” ·James Lovelock

04 junho 2007

Semana do meio ambiente


A mídia calada, o governo não assume e nem os EUA.
QUANDO É QUE ESSA SITUAÇÃO DE INÉRCIA VAI TERMINAR?
Pessoal nós é que temos de divulgar o assunto, pesquisar e não deixar ocultar a verdade.
Boa sorte.
dica de site: http://www.carbonobrasil.com/

29 abril 2007

Muito gelo no sul.


Pessoal, na Antártica os sinais de degelo é sutil. Mas esta em curso, as previsões de um aumento de 60 metros do nivel do mar esta pra acontecer neste séculos vindouro.
Pense hoje, começe a mudar o seu padrão de consumo. Pois podera ajudar a amenizar e alongar as mudanças climáticas.

22 abril 2007

Ártico, sem terra e sem gelo


Imagine um prato cheio d`agua, e um cubo de gelo no centro, é assim que é o Ártico, mas não por muito tempo.
Com o aquecimento global, nos estamos dando uma "forçinha" pra que o degelo do Ártico se faça em um tempo mais curto, com isso muitos animais não terão tempo pra se adaptar as mudanças.
Neste momento, nós humanos com a nossa vida dependendo de tanta queima de petroleo e carvão, vejo uma dificuldade intransponivel pra qualquer mudança de rota. Sendo assim o fim do Ártico é uma realidade. Boa sorte.

15 abril 2007

O tempo esta acabando


Ainda a vida não vale nada. Pessoas se arriscam nas ruas, dirigindo loucamente, pedestres enfrentam os carros, suicidio branco e coletivo.
São esses os sinais de falencia do sistema, a sociedade não se deu conta do risco eminente ou já sabe e esta tomando um porre pra nem se lembrar!
Quanto aos governantes e seus decendentes não se movem. Só vejo cada dia mais o transito travado, aonde vamos parar, caminhões trafegam no centro no periodo do dia , carros velhos idem sem manutenção.
Esta cegueira toda deve ter uma razão. Penso que já não da pra salvar amãe terra deixa o barco ir pique de vez.
Lembro do filme TITANIC cuja orquestra tocou até os músicos molharem os pés.
Que assim seja!