http://www.youtube.com/watch?v=63AbaX1dE7I
14 abril 2013
31 março 2013
ETs querem + oque!
Somos apenas escravos pra "peneirar" materiais que eles precisam!
http://www.youtube.com/watch?v=UAY4uUUV9y4
http://www.youtube.com/watch?v=i62aap5Aa4I
http://www.youtube.com/watch?v=-2WwSHJOz2c
http://www.youtube.com/watch?v=f2zMkpIhN_I
Quanto ao clima ainda vejo toda a mídia caindo nos braços da ONU do Gore.
Conforme vários vídeos tem gente falando ao contrario!
http://www.youtube.com/watch?v=k99bAg3Ke34
http://www.youtube.com/watch?v=I0-3WqixCpU
http://www.youtube.com/watch?v=m9bEOB3x0dQ
http://www.youtube.com/watch?v=KuUNJGSGBUI
http://www.youtube.com/watch?v=9vI2TMjurSk
Estes já servem de exemplo. Boa sorte.
17 outubro 2012
DE CABEÇA PRA BAIXO
No vídeo abaixo, temos uma ideia do que esta por vir, se é que podem acreditar nesse pessoal!
http://www.youtube.com/watch?v=wg3G6agLlAY&feature=g-hist
Giant Breach in Earth's Magnetic Field Discovered (THEMIS Mission)
http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2008/16dec_giantbreach/
12-21-2012 Just Another Day
http://youtu.be/RaKcPEBiZZw
2012: The Polar Shift Explained
http://youtu.be/4Lhs7VR52Bg
14 DAYS OF GLOBAL CATACLYSM AUGUST 2012
http://youtu.be/rDcInLbAoiA
[please ask him for the music. thanks]
NASA Missing Data of Magnetosphere Reversal
http://youtu.be/aUeqkwzykM4
iSWA - For Magnetopause Images
http://iswa.ccmc.gsfc.nasa.gov/iswa/iSWA.html
Solar Monitor - For ACE Density Data
http://www.solarmonitor.org/
NASA | Fluxgate Magnetometry
http://www.youtube.com/watch?v=EWHIMBrIs6o
NASA | Magnetometry 101
http://www.youtube.com/watch?v=ljfa1R9JXWk
2MIN News Sept 5, 2012: Spaceweather, Quakes, Global Update
http://youtu.be/uxURE24OWAk
The Most Important Nibiru Video...Planets Orbits Are Off.
http://youtu.be/fNYN9bhjC-8
Music -
James Horner - Braveheart Theme Song
http://youtu.be/9AN04imFDK8
No copyright infringement intended.
http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2008/16dec_giantbreach/
02 setembro 2012
SERA o fim da PICADA
Tudo indicava um caminho pra glaciação por fato do planeta Terra e todo o sistema solar entrando numa área que deveria ser " período de máximo solar"
O ciclo solar 24, cujo início estava previsto para março de 2008 pelo NOAA, e que teve um alarme falso em 4 de janeiro daquele ano[1] (amancha solar detectada era remanescente do ciclo 23), parece ter começado efetivamente em 22 de setembro de 2008. Todavia, e até 30 de janeiro de 2009, com o surgimento de apenas seis novas manchas, a previsão é que o período de máximo solar só principiará realmente em meados de 2010, atingindo o ápice em 2013 (ou mesmo em 2014).
Dr Scafetta thinks that global temperature are made of four major decadal and multidecadal cycles (period 9.1, 10.4, 20 and 60 years), which are approximately consistent with four major solar/lunar/astronomical cycles, plus a corrected anthropogenic net warming contribution.
Mas com fatos novos!
Sendo o ano derradeiro no calendário Maia, e nem tinham satélites ou celulares!
O ano passado apareceu um meteoro, mas sumiu no caminho.
Agora, estão noticiando um planeta X "nibiru" cheio de ETs...
Acreditem se quiser:
http://www.youtube.com/watch?v=4hKnUKUGYkg&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=iYosMCtpVwQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=9mSv2BKvpm0&list=PLE6A6C48DA5253219&index=21&feature=plpp_video
http://www.youtube.com/watch?v=_lQ5TYAQ9Vs&list=PLE6A6C48DA5253219&index=31&feature=plpp_video
Boa sorte astronautas!
09 agosto 2012
Urna do brazil
http://www.youtube.com/watch?v=dzodI_X9iMY&list=FL4VeQNiSdsPaijjSQQyG11g&index=2&feature=plpp_video
Esse outro é um especialista:
http://www.youtube.com/watch?v=Op9N2EyoZHo&feature=related
Antigamente era doação de camisetas e outros....nada como se atualizar na informática.
13 maio 2012
Querem um financiamento
Para ter acesso os interessados assinarão um documento. Esse com juros tão grande que dificilmente poderão pagar.
Boa sorte.
No site abaixo pode se conseguir ver como esse dinheiro pode acabar com a sua economia.
http://movimentozeitgeist.com.br/
12 março 2012
ET nossa sorte é que moram bem longe
Read more: http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/search/label/Palestra%20Andr%C3%A9%20Luiz%20Ruiz#ixzz1owmvY4pM
20 fevereiro 2012
Os Russos


Os cientistas russos apresentam a sua versão do fim do mundo. Segundo a sua opinião, daqui a dois anos a Terra começará a esfriar bruscamente. A nova era glacial durará ao menos dois séculos e literalmente congelará o mundo.
O diretor do Setor das Investigações Cósmicas do Observatório de Pulkovo da Academia de Ciências da Rússia, Doutor em Ciências Habibullo Abdusamatov declara que o planeta já começou a esfriar. Estudando a periodicidade das alterações da atividade solar, é possível predizer os futuros aquecimentos e esfriamentos globais. “Conforme os nossos dados, a temperatura começará a decrescer estavelmente a partir do ano 2014. O pico do frio será em 2055, ou 11 anos antes ou depois desta data”, afirma o cientista.
“O esfriamento fará que as superfícies cobertas pelas culturas agrícolas diminuam significativamente. Além dos problemas com a alimentação será muito mais difícil organizar escavações de petróleo e gás nas latitudes nortenhas. Problemas de aquecimento fornecido à população também vão se agravar. O esfriamento será sentido em muitos países, quase em todos, mas pricipalmente ao norte”, adverte Habibullo Abdusamatov.
O esfriamento duradouro prognosticado poderá ser já a quinta menor era do gelo nos últimos nove séulos. Os fenômenos climáticos parecidos foram registados nos séculos XIII, XV, XVII e XIX.
“Como acontece frequentemente, no início diz-se que tudo isso é ridículo, não é ciência nenhuma, não pode ser verdade, depois encontra-se alguma coisa nisso e, finalmente, diz-se que nós sabemos isso desde sempre. A teoria sobre o esfriamento está sendo reconhecida por todo o mundo”, conclui o cientista.
13 agosto 2011
Até a mídia EUA sabe da palhaçada.
The first law of thermodynamics is often called the Law of Conservation of Energy. This law suggests that energy can be transferred in many forms but can not be created or destroyed.
For the sake of argument, let’s assume those that believe CO2 is adding energy to the system are correct. Okay, how much? We have a gas that is .04% of the atmosphere that increases 1.5 ppm yearly and humans contribute 3-5% of that total yearly, which means the increase by humans is 1 part per 20 million. In a debate, someone argued just because it is small doesn’t mean it is not important. After all even a drop with 0.042 gm of arsenic could kill an adult. Yes but put the same drop in the ocean or a reservoir and no one dies or gets ill.
Then there is the energy budget. The amount of heat energy in the atmosphere is dwarfed by the energy in y the oceans. Trying to measure the changes from a trace gas in the atmosphere, if it were shown to definitively play a role in change (and it never has), is a daunting task.
NASA satellites suggest that the heat the models say is trapped, is really escaping to space, that the ‘sensitivity’ of the atmosphere to CO2 is low and the model assumed positive feedbacks of water vapor and clouds are really negative. Even IPCC Lead Author Kevin Trenberth said “Climatologists are nowhere near knowing where the energy goes or what the effect of clouds is…the fact is that we can’t account for the lack of warming at the moment, and it is a travesty that we can’t.”
23 junho 2011
A midia esta abrindo.
Ao contrário do que propagam, o planeta Terra tem hoje temperatura média de 15º C e está numa era interglacial. Ainda não é possível afirmar quando terá início nova glaciação. Portanto, a Terra está em desaquecimento global... com oscilações.
O tema do "aquecimento global" aparece com tal frequência na mídia que muitas pessoas creem plenamente na veracidade do fenômeno e na principal causa admitida, a de que o dióxido de carbono o determina. Isso exemplifica como um tema científico não deve ser tratado, porque houve perigosa mistura de interesses políticos, econômicos e sociais, à parte problemas e desafios de conotação essencialmente científica.
Consideremos a complexidade e a variedade de fatores determinantes do clima na Terra.
Há 18 mil anos começaram a diminuir os efeitos severos da última era glacial. Sob clima frio e seco, grandes massas de gelo ocupavam parte expressiva dos continentes no Hemisfério Norte, onde vagavam mamutes e mastodontes. Em fins dessa era, o nível dos oceanos subiu cerca de cem metros. Com o derretimento e diminuição das geleiras, a temperatura média da superfície global aumentou, no máximo, 5° C.
Falaciosos, retóricos ou bombásticos são os temas de aquecimento global atribuídos ao efeito estufa: degelo dos polos, extinção do urso polar, alçamento do nível do mar, inundação de partes das cidades costeiras, variações de frequência e intensidade de eventos climáticos e alterações em regimes regionais de chuvas. Estão em voga porque a velocidade dos fenômenos climáticos é infinitamente mais rápida que a dos fenômenos estritamente geológicos. Enquanto aqueles se sucedem em segundos, estes envolvem, no mínimo, milhares de anos, no caso das glaciações; milhões e até bilhões de anos para mudanças substanciais, como separação e colisão das placas tectônicas que sustentam os atuais continentes.
Quais são as reais causas das variações climáticas na Terra?
A dinâmica climática é controlada por três categorias de fatores: astronômicos, atmosféricos e tectônicos. As causas específicas ainda não estão bem compreendidas, mas já se conhece a periodicidade dos ciclos, da ordem de centenas, milhares e milhões de anos. Informações obtidas da análise de sedimentos profundos e testemunhos de sondagens no gelo polar indicam que os períodos interglaciais são da ordem de 15 mil a 20 mil anos. Vivemos, pois, um desses períodos.
Por mais avançadas que estejam as Geociências, marcadamente as subáreas da Geologia e Geografia, muito ainda existe para pesquisar sobre os fenômenos naturais. As causas do aquecimento/resfriamento global são naturais e podem ser amplificadas por ações antropogênicas, no caso de aquecimento. Dentre as causas conhecidas, a humanidade pode interferir apenas na retenção de calor pela atmosfera. As causas astronômicas e tectônicas estão livres de nossa influência.
A pretensiosa declaração "vamos salvar o planeta!" é contestada por cientistas que estudam climas atuais e antigos. Eles concluíram que há épocas de mudança rápida e global do clima. Se for rápida, isso pode significar catástrofe: "Civilizações floresceram e foram destruídas ao ritmo das pulsações do clima" (Jonathan Weiner, Planeta Terra, 1988, Editora Martins Fontes, página 94).
A Terra não precisa de quem a salve, mas a espécie humana pode desaparecer se continuar a tratar os espaços e recursos naturais da maneira devastadora e irresponsável como o faz.
Não podemos perder de vista que as mudanças climáticas são partes da ciclicidade dos fenômenos geológicos que afetam o planeta todo. O tema tem profundas implicações educacionais e deveria ser abordado no ambiente escolar com dados abrangentes. Em síntese, falta muita Geologia na escola básica, ou geoeducação, como dizem os europeus, mais avançados que nós em lidar com esses temas na escola.
Na escola básica, quando muito, fala-se de processos terrestres como causa de catástrofes naturais como terremotos, tsunamis (ondas gigantes do mar), com suas terríveis consequências. Mostra-se que vulcões se formam na base da crosta e produzem massas incandescentes e explosivas, as lavas, que nós, brasileiros, só observamos pela televisão ou pela internet. No topo da crosta ocorrem catástrofes induzidas pelo homem, como deslizamentos ou escorregamentos de terra em encostas íngremes que jamais deveriam ser habitadas, fato que, infelizmente, se verifica no Brasil. Enchentes e inundações devem-se a fatores como impermeabilização do solo, crescimento urbano acelerado, ausência de planejamento territorial, agravados pela disposição inadequada do lixo.
Já a atmosfera, enigmática desde a mitologia grega, foi considerada vulnerável à revolta dos deuses por civilizações primitivas e alguns observadores incautos atuais. Ela é visível e sensível por todos: quando vai chover? Quando virão tempestades? Camponeses sabem responder, até bem antes das previsões meteorológicas, ao observarem o rumo dos ventos, a umidade do ar ou até o canto dos pássaros.
Não se podem admitir generalizações: nem tudo é "aquecimento global". Ao contrário, muitos geocientistas anunciam a corrente, antagônica, do resfriamento global. Para visualizar melhor as incertezas inerentes ao fenômeno observem como foi rigoroso o último inverno no Hemisfério Norte...
Uma coisa é certa: planejamentos territoriais devem ser feitos com visão holística e equipes multi, inter e transdisciplinares, ou seja, devem envolver geólogos e profissionais de todas as áreas científicas afins. Caso contrário, casas, pontes ou viadutos podem cair. Buracos como o do Metrô Pinheiros continuarão aparecendo e engolindo vidas.
A Terra, nossa Gaia majestosa, é dinâmica e pulsa como um ser vivo. Os geólogos que o digam!
GEÓLOGOS, SÃO, RESPECTIVAMENTE, PROFESSOR VISITANTE E DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS AO ENSINO DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UNICAMP. E-MAIL: JRBSILVA@IGE.UNICAMP.BR
30 maio 2011
Só pra lembrar
Tabela do tempo geológico
02 abril 2011
Os Maias e ano 2012
Com trilha sonora de Don Davis - Final Flight of the Vigilant; The trainman Cometh e Why. Mr. Anderson? - Trilha de Matrix, animações da NASA e coletadas no buscador Altavista, com textos do site Espaço Seraphis Bey. Produção de Julio Wandam para o Movimento Os Verdes de Tapes/RS.
05 fevereiro 2011
Os nove limites do planeta
Johan Rockström, é professor de gestão de recursos naturais na Universidade de Estocolmo e director executivo do Stockholm Environment Institute e do Stockholm Resilience Centre. É um cientista reconhecido internacionalmente em questões de sustentabilidade global, tendo liderado uma nova abordagem ao identificar nove processos chave e os respectivos limites (Limites Planetários ou planetary boundaries), a partir dos quais o sistema global entra em desequilíbrio e risco de colapso. Segundo o estudo, em que trabalhou com mais 29 cientistas, dos nove limites, três foram já ultrapassado!
http://www.ted.com/talks/johan_rockstrom_let_the_environment_guide_our_development.html
Boa sorte.
21 janeiro 2011
A ponta do iceberg
O meio ambiente contra-ataca Por Jeffrey D. Sachs* |
Em grande medida, nossos sistemas políticos e a política global não estão preparados para os grandes desafios reais do mundo atual. O crescimento econômico global e o aumento das populações estão pressionando como nunca antes o ambiente físico e estas pressões, por sua vez, estão trazendo desafios sem precedentes para nossas sociedades. No entanto, os políticos sabem muito pouco destas tendências. Os governos não estão preparados ou organizados para fazer frente a estes desafios. Com isso, as crises que são eminentemente ambientais são tratadas com as estratégias obsoletas da guerra e da diplomacia.
Vejamos, por exemplo, a situação de Darfur, Leste do Sudão, onde um horrível conflito está sendo abordado com ameaças de força militar, sanções econômicas e, em geral, com uma linguagem de guerra e manutenção da paz. No entanto, a origem indubitável do problema é a extrema miséria da região, que piorou desastrosamente durante os anos 80 por conta de uma seca que está durando até hoje.
Isso leva a crer que as mudanças climáticas de longo prazo estão levando a menos precipitações não apenas na região do Sudão, mas também em grande parte da África imediatamente abaixo do Deserto do Saara – uma área onde a vida depende das chuvas e a seca significa morte. Dafur está atolado em uma armadilha mortal induzida pela seca, mas a ninguém ocorreu ainda abordar esta crise sob uma perspectiva de desenvolvimento de longo prazo em lugar de uma perspectiva de guerra.
A Região precisa mais de uma estratégia de água do que de uma estratégia militar. Seus sete milhões de habitantes não podem sobreviver sem um novo enfoque, que lhes dê a oportunidade de cultivar e dar de beber a seus animais. No entanto, todas as práticas das Nações Unidas abordam o tema através de sanções e exércitos, e não se vislumbra um caminho que conduza à paz.
A pressão sobre a água está se convertendo em um importante obstáculo para o desenvolvimento econômico em muitas partes do mundo. A crise da água em Gaza é causa de doenças e sofrimento entre os palestinos, e é uma das principais fontes de tensão entre palestinos e israelenses. Mais uma vez são gastos milhões de dólares em bombardeios e destruição, enquanto não se faz praticamente nada em relação à crescente crise de água.
China e Índia também terão de enfrentar grandes crises de abastecimento de água nos próximos anos, com conseqüências potencialmente terríveis. O rápido desenvolvimento econômico destes dois gigantes se iniciou há quarenta anos, com a introdução de maiores safras agrícolas e o fim da fome. No entanto, parte deste aumento da produção agrícola foi ajudado por milhões de poços cavados para trazer à superfície a água subterrânea. Agora o nível dos lençóis freáticos está abaixando a um ritmo muito perigoso.
Se extrai água muito mais rápido do que a reposição dos aqüíferos. Além disso, tirando os padrões pluviais, as mudanças climáticas estão alterando o fluxo dos rios, já que os glaciares que oferecem uma grande quantidade de água para irrigação e uso doméstico estão derretendo mais rapidamente por conta do aquecimento global. A neve das montanhas está derretendo mais cedo do que de costume, o que significa também menos água nos rios no verão.
Por todas estas razões Índia e China estão experimentando sérias crises de água, e é provável que o problema se intensifique no futuro. Para os Estados unidos também há riscos. Os estados do meio-oeste e do sudoeste já experimentaram uma séria seca que já pode ser resultado do aquecimento global, e os estados onde há produção granjeira dependem muito da água e de uma enorme reserva subterrânea que está quase acabando devido à superexploração.
Do mesmo modo que as pressões sobre a oferta de petróleo e gás elevaram os preços da energia, as pressões ambientais poderiam agora elevar os preços dos alimentos e da água em muitas partes do mundo. Devido às ondas de calor e secas, além de outras pressões do clima este ano nos Estados Unidos, Europa e Austrália, os preços do trigo estão disparando a seus níveis mais altos em décadas. Assim, as pressões ambientais estão corroendo os lucros e afetando as receitas e os meios de subsistência em todo o mundo.
Com o aumento das populações, o crescimento econômico e as mudanças climáticas, vamos enfrentar a intensificação das secas, furacões, tufões, o El Nino, pressões sobre a água, extinções de espécies e outros problemas. Os temas mais brandos do meio ambiente e do clima se converteram em temas urgentes e estratégicos para o século XXI.
No entanto, nossos governos e a política Mundial apenas tomam conhecimento desta verdade fundamental. As pessoas que falam de fome e da crise ambiental são tratadas como “sonhadores estúpidos” diante dos “realistas práticos” que se ocupam da guerra e da paz. Isto é uma bobagem. Os chamados “realistas” simplesmente não entende as fontes das tensões e pressões que estão conduzindo a um mundo crescente de crises em todo o mundo.
Todos os nossos governos deveriam estabelecer Ministérios do Desenvolvimento Sustentável, com dedicação integral para tratar dos vínculos entre as mudanças ambientais e o bem estar humano. Os Ministérios de Agricultura não pderão lidar sozinhos com as carências de água que serão enfrentadas pelos agricultores. Os Ministérios da Saúde não conseguirão administrar o aumento das doenças contagiosas provocadas pelo aquecimento global.
Os Ministérios de Meio Ambiente não poderão enfrentar as pressões sobre os oceanos e florestas, ou as conseqüências de fenômenos climáticos extremos como o furacão Katrina, do ano passado, ou o tufão Saomai, o pior que já atingiu a China em Muitas décadas. Um novo e poderoso ministério deveria encarregar-se de coordenar as respostas às mudanças climáticas, as pressões sobre a água e outras crises dos ecossistemas.
A nível global, os governos do mundo deveriam entender que os tratados que assinaram em anos recentes sobre o clima, o meio ambiente e a biodiversidade são ao menos de igual importância para a segurança global do que todas as zonas de guerra e conflitos que ganham as manchetes da mídia, os orçamentos e a atenção.
Ao concentrar-se nos objetivos subjacentes ao desenvolvimento sustentável nossos governos poderiam mais facilmente acabar com as crises atuais e evitar muitas outras no futuro.
*Jeffrey D. Sachs é professor de economia e Diretor do Instituto da Terra da Universidade de Columbia -http://www.project-syndicate.org/
**Tradução: Adalberto Wodianer Marcondes
***Nota do editor: Este texto foi publicado pela primeira vez na Envolverde em 2006. No entanto, pela atualidade, mereceu ser republicado.
07 janeiro 2011
Menos calor, mais frio
18 dezembro 2010
A verdade do IPCC
Porque não falam eles do Pico do Petróleo?
Porque é que a comunicação social fala SEMPRE das mesmas coisas e NUNCA de certas coisas? Porque será que não falam do PICO do PETRÓLEO e o colapso que vai gerar, se não se mudar o estilo de vida e se não se apostar forte noutras fontes de energia? Vejam o vídeo abaixo, saibam um pouco mais aq...Ver mais
Porque é que a comunicação social fala SEMPRE das mesmas coisas e NUNCA de certas coisas? Porque será que não falam do PICO do PETRÓLEO e o colapso que vai gerar, se não se mudar o estilo de vida e se não se apostar forte noutras fontes de energia? Vejam o vídeo abaixo, saibam um pouco mais aq...Ver mais

